A pressão por eficiência, ciclos mais curtos de desenvolvimento e a adoção acelerada de tecnologias emergentes colocam Engenharia e TI no centro das decisões estratégicas para 2026.
Nesse sentido, outsourcing e full service deixam de ser alternativas táticas e passam a ocupar papel central no planejamento de empresas que operam em ambientes complexos, como: mobilidade, manufatura, energia, telecomunicações, mineração, financeiro e tecnológico.
A seguir, as 7 tendências mais relevantes, com dados de mercado que contemplam as duas áreas: Engenharia e TI.
1. Squads multidisciplinares como novo padrão operacional
Engenharia + TI + Dados + Automação
A complexidade dos projetos exige equipes com múltiplas competências. Essa tendência se confirma quando analisamos os dois mercados:
- O mercado global de outsourcing de TI deve atingir US$ 662 bilhões em 2025.
- A demanda por engenheiros está em curva ascendente: segundo a Engineering Employment Outlook, 80% das empresas industriais reportam déficit de profissionais para projetos críticos.
- Em manufatura avançada, 72% das empresas afirmam que squads multidisciplinares aumentam a eficiência e reduzem tempo de lançamento de produto.
Portanto, Squads híbridos Engenharia – TI passam a ser o formato mais eficiente para acelerar entregas com governança.
2. Talent as a Service (TaaS) ganhou escala – agora em Engenharia também
Se antes esse modelo era comum em TI, agora se torna essencial na Engenharia para suprir gaps estruturais.
- 92% das empresas do G2000 já utilizam outsourcing de TI, segundo pesquisas de mercado.
- Além disso, indústrias de mobilidade, energia e manufatura relatam déficit global estimado de 1,8 milhão de engenheiros até 2030.
Em resumo, TaaS resolve o problema imediato: profissionais disponíveis e produtivos desde o primeiro dia, reduzindo ramp-up.
3. Projetos full service ganham força em Engenharia e TI
Full service deixa de ser exceção e passa a ser parte estratégica da operação.
É a tendência para empresas que buscam previsibilidade, qualidade técnica e redução de risco.
TI
- O mercado global de serviços de TI full service e managed services deve ultrapassar US$ 500 bilhões em 2026.
- 64% das empresas afirmam contratar full service para garantir cumprimento de cronograma, documentação e governança técnica.
Engenharia
- Setores como automotivo, aeroespacial, energia e mineração estão ampliando o uso de parceiros full service para projetos de:
- desenvolvimento de produto,
- simulação e validação,
- testes,
- engenharia de manufatura,
- qualidade,
- homologações.
- 58% das indústrias de manufatura afirmam que full service reduz riscos operacionais e acelera a industrialização.
Ou seja, a lógica muda: não é apenas “alocar talentos”, é entregar o produto final com responsabilidade total.
4. IA acelera a execução – Engenharia e TI convergem
A IA generativa, simulação avançada, visão computacional e automação intensificam a integração entre Engenharia e TI.
Dados de mercado mostram:
- O mercado global de engenharia baseada em simulação (CAE) cresce a 8% ao ano.
- Automação industrial e digital twin devem ultrapassar US$ 160 bilhões até 2027.
- O mercado de outsourced data analytics deve alcançar US$ 10,89 bilhões em 2025, crescendo acima de 34% ao ano.
Como resultado, a demanda por especialistas híbridos cresce: engenheiros com domínio de dados, desenvolvedores com visão de produto e profissionais capazes de integrar IA aos processos reais.
5. Equipes globais e contratação internacional como resposta ao déficit técnico
A disputa global por talentos afeta Engenharia e TI ao mesmo tempo.
- Nos EUA, Europa e Brasil, há escassez simultânea de desenvolvedores e engenheiros.
- 76% das empresas de engenharia automotiva afirmam ter dificuldade para contratar perfis avançados locais.
- 68% das empresas de TI ampliaram a contratação nearshore (fora do país cliente) /offshore (no próprio país) para suprir lacunas.
Dessa forma, o modelo global não é mais opção, é necessidade para manter o ritmo de inovação e entrega.
6. Governança técnica se torna requisito obrigatório
Com projetos maiores e times distribuídos, governança passa a ser fator crítico em Engenharia e TI.
Mercado indica:
- Falhas de compliance técnico geram perdas anuais superiores a US$ 1 trilhão no setor industrial global.
- 70% dos líderes de TI citam qualidade, documentação e KPIs como critérios decisivos ao contratar fornecedores.
- Empresas industriais aumentaram em 41% a demanda por auditoria técnica, rastreabilidade e controle de requisitos.
Outsourcing sem governança não sustenta crescimento: 2026 será o ano em que maturidade operacional definirá os vencedores.
7. Outsourcing se torna a ponte entre estratégia e execução — em ambos os mundos
A lacuna entre planejamento e execução nunca foi tão grande.
- 67% dos projetos industriais perdem prazo por falta de capacidade interna.
- 62% dos projetos de TI atrasam por falta de talentos especializados.
- Empresas que combinam outsourcing + full service reduzem tempo de entrega em até 45%, segundo estudos de produtividade.
A convergência Engenharia-TI se intensifica: assim sendo, o futuro pertence a quem consegue mobilizar equipes, acelerar projetos e entregar resultados com previsibilidade.
Engenharia e TI caminham juntas, e 2026 será o ano da aceleração total
Outsourcing e full service se consolidam como ferramentas essenciais para empresas que precisam:
- ganhar velocidade,
- reduzir riscos,
- elevar a qualidade técnica,
- acessar talentos especializados,
- e transformar estratégia em entrega real.
A nova era exige profundidade técnica, método e governança. É exatamente isso que o mercado espera, e é isso que diferencia ecossistemas como a LUZA.
Para a LUZA, isso reforça o fit: com expertise técnica, presença internacional, capacidade de montagem de equipes sob demanda e entrega full service, nos posicionamos como parceiro ideal para empresas que querem navegar esse cenário e sair na frente em 2026.




